quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Bula do Clomid

Atenção: : Este texto pode ser utilizado apenas como uma referência secundária. É um registro histórico da bula deste medicamento. Este texto não pode substituir a leitura da bula que acompanha o medicamento. Os medicamentos podem mudar suas formulações, recomendações e alertas. Apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão do medicamento comercializadCLOMID*
Citrato de clomifeno

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO - CLOMID


Comprimidos: Caixas com 10 unidades.  
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO - CLOMID


Cada comprimido contém:
 Citrato de clomifeno    ....................50 mg
Excipientes q.s.p.    ....................1 comprimido
(lactose, açúcar1 refinado, amido de milho, amido de milho pregelatinizado, estearato de magnésio, óxido de ferro amarelo)
 

INFORMAÇÕES A PACIENTE - CLOMID

·    Ação esperada do medicamento:  a ovulação2 ocorre geralmente de 6 a 12 dias após a série de CLOMID.
·    Cuidados de armazenamento: Conservar em temperatura ambiente (entre 15-30ºC),  ao abrigo da luz e umidade.
·    Prazo de validade: Não utilize o medicamento se o prazo de validade estiver vencido, o que pode ser verificado na embalagem externa do produto.
·    Gravidez3 e lactação4:  Se você ficar grávida durante o tratamento, suspenda a medicação e consulte seu médico. "Informe seu médico se estiver amamentando."
·    Cuidados de administração:  "Siga as orientações do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento."
·    Interrupção do tratamento:  "Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico."
·    Reações adversas:  "Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis." Podem ocorrer: desconforto, aumento de volume abdominal ou dor abdominal, aumento de peso e ondas de calor. Há chance de ocorrer gravidez3 múltipla (por ex. gêmeos, trigêmeos).

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO  FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

·    Contra-indicações e Precauções: Informe seu médico a ocorrência de turvação da visão5 ou de outras anomalias visuais durante o tratamento com CLOMID. Na vigência  de tais sintomas6, evite dirigir veículos ou operar máquinas, especialmente em condições de iluminação deficiente. Informe-o também se você tem problemas de fígado7, hemorragia8 anormal do útero9, cisto no ovário10, alergia11 ao citrato de clomifeno ou se tem ou já teve tumores endócrino12-dependentes. "Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento."

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE13.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - CLOMID


CARACTERÍSTICAS:

CLOMID (citrato de clomifeno) é um agente não esteróide, com propriedades estrogênicas e antiestrogênicas, que pode induzir a ovulação2 em certas mulheres que não ovulam.
Compete com o estrogênio endógeno nos receptores estrogênicos hipotalâmicos, produzindo aumento da secreção de Gn RH e dos níveis de LH e FSH, o que resulta em estimulação ovariana, com conseqüente maturação do folículo14 ovariano e desenvolvimento do corpo lúteo.
Estudos em humanos com citrato de clomifeno marcado com 14 C têm demonstrado  que sua absorção é rápida e a excreção é feita principalmente pelas fezes. Aproximadamente 50% da dose administrada foi excretada após 5 dias. A presença de 14 C nas fezes, 6 semanas após a administração sugere que a droga e/ou metabólitos são lentamente excretados pelo ciclo entero-hepático.
- INDICAÇÕES
Tratamento da infertilidade15 feminina decorrente de anovulação16. CLOMID está somente indicado para pacientes com anovulação16 demonstrada, que se incluem nas condições descritas nesta bula e para pacientes onde o citrato de clomifeno não está contra-indicado. Outras causas de infertilidade15 devem ser excluídas ou adequadamente tratadas antes do tratamento.
Bons níveis  de estrógeno17 endógeno (estimado por secreção vaginal, biópsia18 endometrial, determinação do estrógeno17 urinário ou sangramento endometrial em resposta à progesterona), constituem prognóstico19 favorável para obter a resposta ovulatória induzida pelo citrato de clomifeno. Entretanto, um baixo nível de estrógeno17 não impede o sucesso do tratamento.
O tratamento é ineficaz em pacientes  com falha pituitária ou ovariana primárias e não pode ser substituído pelo tratamento específico de outras causas de falha ovulatória, tais como disfunções tiroidianas ou adrenais. Antes do tratamento, deve-se realizar uma avaliação cuidadosa particularmente em pacientes com metrorragia20 anormal, pois é muito importante descartar a presença de lesões21 neoplásicas.
- CONTRA-INDICAÇÕES

Hipersensibilidade: CLOMID é contra-indicado em casos de alergia11 ao citrato de clomifeno.
Gravidez3 e lactação4:  Não há estudos controlados com o  clomifeno em humanos, têm sido relatadas malformações congênitas e morte fetal associadas à sua administração, embora uma relação causal direta não tenha sido estabelecida.
Foram relatadas anomalias feitas em roedores (coelhas e ratas) quando CLOMID foi administrado em altas doses durante o período gestacional. Para evitar a administração inadvertida de CLOMID durante o início da gravidez3, deve-se determinar a temperatura corpórea basal em todos os ciclos de tratamento e a paciente deve ser cuidadosamente observada para determinar se há ou não sinais22 de ovulação2. Se a temperatura basal é bifásica e não é seguida por menstruação23, a paciente deve ser reexaminada para verificar se há gravidez3 (utilizando um teste seletivo quantitativo) e/ou presença de cisto ovariano.
Em algumas pacientes, o citrato de clomifeno pode reduzir o engurgitamento mamário pós-parto e a lactação4.
Insuficiência hepática24:  CLOMID não deve ser administrado a pacientes com doença hepática25 ou história de disfunção hepática25.
Metrorragia20:  CLOMID é contra-indicado em pacientes com metrorragia20  de origem indeterminada.
Cisto ovariano:  Vide Precauções.
- PRECAUÇÕES
É necessário realizar um exame pélvico26 antes de iniciar cada ciclo de tratamento.
A incidência27 de carcinoma28 endometrial e disfunções ovulatórias aumentam com a idade, portanto, a biópsia18 endometrial deve sempre excluir a presença de carcinoma28 nessas pacientes.
Cisto ovariano:  A exceção de pacientes com síndrome29 de ovário10 policístico, CLOMID não deve ser administrado na presença de cistos ovarianos (incluindo endometriose30 ovárica), pois pode produzir aumento adicional do tamanho dos mesmos.
Durante o tratamento com CLOMID, ou inclusive vários dias depois de completado, pode ocorrer aumento ovariano, que geralmente desaparece espontaneamente poucos dias ou semanas após  a suspensão do tratamento.
É recomendável utilizar-se a menor dose consistente com a previsão de bons resultados, para se minimizar a possibilidade de um aumento ovariano anormal associado à terapêutica com CLOMID. A paciente que referir dor abdominal ou pélvica31, aumento de peso, desconforto e/ou aumento de volume abdominal durante ou após tratamento com CLOMID, deve ser examinada pela possibilidade de cisto ovariano ou outra anomalia.
Na ocorrência de aumento anormal do tamanho do ovário10, CLOMID deve ser descontinuado até a regressão total ao tamanho pré-tratamento. A posologia e duração do tratamento subsequente devem ser reduzidas.
Gravidez3 múltipla:  Há um aumento na probabilidade de ocorrência de gravidez3 múltipla, relacionada ao tratamento com CLOMID. Potenciais complicações e riscos decorrentes de gestação múltipla devem ser discutidos com a paciente  antes do tratamento com CLOMID.
De 2369 pacientes que engravidaram durante os estudos clínicos, 7,9% foram múltiplos (7,0% duplos; 0,5% triplos; 0,3% quádruplos e 0,1% quíntuplos).
Alterações na gravidez3 e anomalias congênitas: Têm sido relatadas na gravidez3 em 21,4% das pacientes tratadas durante os estudos com citrato de clomifeno (aborto 19%; gravidez ectópica32 1,18%; parto prematuro 1,0%; mola hidatiforme33 0,17% e "fetus papyraceus" 0,04%).
De 158 pacientes que foram administradas, citrato de clomifeno depois da concepção34, nasceram 8 crianças (de 7 partos) com malformações congênitas. Essa incidência27 está dentro do limite observado na população em geral e foi a mesma quando se administrou antes do 19º dia ou entre o 20º e 35º depois da concepção34.
A incidência27 de anomalias congênitas em gestações induzidas por tratamento com CLOMID, durante a realização de estudos clínicos, esteve dentro dos limites estatísticos referidos para a população em geral.
Entre as anomalias espontaneamente relatadas em literatura, através da publicação de casos individuais, a proporção de defeitos do tubo neural tem sido elevada em gestações associadas a ovulação2 induzida por CLOMID. Este dado entretanto, não é confirmado por estudos estatísticos populacionais.
Têm sido publicados relatos, baseados em estudos populacionais, de uma possível elevação no risco de ocorrência de síndrome de Down35, em casos de ovulação2 induzida, e de aumento de defeitos de trissomia, entre fetos abortados espontaneamente de mulheres sub-férteis, que receberam drogas indutoras de ovulação2 (nenhum caso com CLOMID exclusivamente, sem outra droga indutora). Entretanto, os relatos são ainda em número muito reduzidos para confirmar estatisticamente um risco que justifique a amniocentese36, além das indicações usuais devido a idade ou história familiar.
Sintomas6 visuais: Devido à possibilidade de ocorrência de turvação visual ou outros sintomas6 visuais durante o tratamento com CLOMID, atividades como dirigir veículos ou operar máquinas podem se tornar arriscados, particularmente em condições de má iluminação. Desconhece-se a origem de tais sintomas6. Na ocorrência  de  anormalidades visuais, deve-se interromper o tratamento e proceder a um exame oftalmológico detalhado.

REAÇÕES ADVERSAS - CLOMID


Efeitos colaterais37 parecem ser dose-dependentes, ocorrendo mais frequentemente em altas doses e em tratamento prolongados. As reações adversas mais frequentemente relatadas são (em ordem decrescente de incidência27): Aumento de volume do ovário10:  na posologia recomendada, um aumento anormal é pouco frequente (incidência27 de 13,6%). Pode ocorrer dor abdominal na época da ovulação2. Foram registrados, entretanto, raros casos de aumento maciço do ovário10, por exemplo, uma paciente com síndrome29 de ovário10 policístico cuja terapia com citrato de clomifeno consistiu de 100 mg/dia/14 dias. O aumento ovariano geralmente regride espontaneamente e a maioria das pacientes nessas condições devem ser tratadas cautelosamente.
"Flushes" vasomotores ou "fogachos":  (incidência27 de 10,4%) semelhantes aos da menopausa38, raramente graves e desaparecem rapidamente com a interrupção do tratamento.
Desconforto pélvico26 - abdominal:  aumento de volume abdominal, plenitude (5,5%), geralmente relacionadas com o aumento ovariano ou fenômenos ovulatórios ou pré-menstruais.
Também são descritos:
Sintomas6 visuais: descritos como "turvação" visual, manchas ou fosfenas (escotomas39 cintilantes) são relatados com incidência27 relacionada a aumento da posologia e geralmente desaparecem em dias ou semanas após a interrupção do tratamento. Existem raros relatos de catarata40.
Alterações cutâneas41: há relatos de dermatite42 e "rash43" cutâneo44 associado a condições de reação alérgica45, eritema multiforme46, equimose47 e edema angioneurótico48. Alopécia49 tem sido relatada raramente.
Sintomas6 neurológicos: tontura50, vertigem51, nervosismo, insônia, depressão e astenia52 têm sido relatados raramente. Há relatos de outras condições como síncopes53/desmaios, acidente vascular cerebral54, trombose55 cerebral, reações psicóticas incluindo psicose56 paranóica, distúrbios neurológicos, desorientação e distúrbios da fala.
Disfunção hepática25: a retenção de bromosulfaleína foi superior a 5% em 32 de 141 pacientes avaliadas, incluindo 5 de 43 que tomaram aproximadamente a dose de CLOMID atualmente recomendada. A retenção foi em geral mínima, a não ser quando associada à administração contínua prolongada ou com hepatopatia aparentemente não relacionada a droga.
Outros testes de função hepática25 foram, em geral, normais. Em um estudo posterior, no qual se administrou CLOMID por 6 ciclos consecutivos (50 ou 100 mg/dia durante 3 dias) ou placebo57, foram realizados exames de retenção de bromosulfaleína em 94 pacientes. Destes, 11 tiveram retenção elevada em 5%, 6 dos quais haviam tomado droga e 5 placebo57.
Neoplasias58:  relatos isolados da ocorrência de neoplasias58 endócrino12-dependentes ou de seu agravamento (miomas, tumores hipofisários e de mamas).
Outros sintomas6, também descritos, embora em incidência27 inferior a 3,5%, são: náuseas59, mal estar gástrico, poliúria60, metrorragia20 funcional, aumento de peso, hipersensibilidade mamária e disúria61.

POSOLOGIA E MODO DE USAR - CLOMID


O tratamento consiste de 3 ciclos, o qual pode ser contínuo ou alternado, a critério médico. Após o tratamento, a paciente deve tentar a gravidez3. Entretanto, se a paciente ficar grávida durante o tratamento, deve-se interromper a medicação (vide contra-indicações).
A dose recomendada para o primeiro ciclo do tratamento é de 50 mg (1 comprimido) ao dia durante 5 dias. Em pacientes amenorréicas o tratamento pode ser iniciado em qualquer período do ciclo menstrual. Se for programada indução de metrorragia20 por progestínico ou se ocorrer menstruação23 espontânea, CLOMID deve ser administrado a partir do 5º dia do ciclo. Se a ovulação2 ocorrer com esta posologia, não há vantagem em aumentar a dose nos 2 ciclos seguintes.
Se a ovulação2 não ocorrer após o primeiro ciclo de tratamento, deve ser instituído um segundo ciclo com 100 mg ao dia durante 5 dias, após 30 dias do tratamento anterior. O aumento da posologia não deve ultrapassar a dose e duração de 100 mg/dia por 5 dias.
A maioria das pacientes responsivas ao CLOMID, ovulam após o primeiro ciclo de tratamento e 3 ciclos são suficientes para uma avaliação da terapêutica. Se não ocorrer menstruação23 ovulatória neste período de tempo, o diagnóstico62 deve ser revisto.
A continuidade do tratamento após 3 ciclos não é recomendável nas pacientes que não manifestarem evidência de ovulação2.
Dado que não foi demonstrada a inocuidade63 relativa ao tratamento cíclico prolongado, não se recomenda continuar o tratamento depois de 6 ciclos (incluindo 3 ciclos ovulatórios).

SUPERDOSE - CLOMID


Não há relatos de intoxicação aguda com CLOMID. Sinais22 e sintomas6 de superdose podem ser náuseas59 e vômitos64, "flushes" vasomotores, turvação da visão5, escotomas39 cintilantes, aumento do ovário10 com dor pélvica31 ou abdominal. Intensa hiperestimulação do ovário10 pode ser acompanhada por ganho de  peso e ascite65. Mulheres em idade fértil que tenham tomado uma superdosagem de CLOMID devem ser observadas durante 2 ou 3 semanas em relação a possibilidade de  uma hipertrofia66 ovariana.

PACIENTES IDOSOS - CLOMID


Não há informações disponíveis sobre a relação entre a idade e os efeitos do citrato de clomifeno em pacientes idosos.  


CLOMID - Laboratório

a. Leia o aviso completo antes de ler este texto.     

Ola' boa noite ! estou de volta hoje vou pôr a bula do clomid aqui no site beleza.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

domingo, 29 de setembro de 2013

Daiane,o atraso da menstruação:
Quando aparece: é o primeiro sintoma de uma possível gravidez
Outras causas possíveis: Ganho ou perda de peso excessivo, fadiga, problemas hormonais, stress, tensão.

Náuseas e Vômitos:
Quando aparece: 2 a 8 semanas após a fecundação
Outras causas possíveis: intoxicação alimentar, tensão, infecção, doença da vesícula biliar e outras doenças.

Seios doloridos e inchados:
Quando aparece: 1 a 2 semanas após a fecundação
Outras possíveis causas: Desordem hormonal, pílulas anticoncepcionais,proximidade da menstruação.

Cansaço e sonolência:
Quando aparece: 1 a 6 semanas após a fecundação
Outras possíveis causas: Stress, fadiga, depressão e sobrecarregamento físico ou mental. Poderia também ser um resfriado ou gripe.
Luz no seu coração.Abraços.

sábado, 28 de setembro de 2013

No Brasil, se a gravidez for o resultado de um abuso sexual, se o bebê possuir uma doença que seja incompatível com a vida como a anencefalia, ou se a gravidez representar um risco de vida para a mulher, o aborto pode ser realizado desde a decisão do Supremo Tribunal Federal brasileiro pela ADPF 54, votada em 2012, que neste caso descreve a prática  do aborto como sendo um "parto antecipado para fim terapêutico". Fora estas situações o aborto no Brasil, é crime e é punido por lei.

Logo no início da gravidez, nas duas primeiras semanas de gravidez, a mulher poderá perceber algumas variações de humor, sem causa aparente. É muito comum a grávida chorar por situações que não a fariam chorar antes de estar grávida e este sintoma deverá permanecer por toda a gravidez.

Estes primeiros sintomas de gravidez podem passar desapercebidos se a mulher não estiver muito atenta aos sinais que o seu corpo está evidenciando, e para muitas a gravidez só é descoberta após o atraso da menstruação. Por isso a forma mais segura de saber se está grávida é realizando um teste de gravidez que se compra na farmácia, no mínimo  15 dias após a última menstruação. Ao descobrir a gravidez o que se deve fazer é marcar uma consulta com um médico obstetra para que ele confirme a gravidez através do exame de sangue que avalia a quantidade de Beta HCG na corrente sanguínea e faça um exame de ultrassom para visualizar o útero e a implantação do embrião.

É muito comum que no início da gravidez a mulher tenha aversão a cheiros fortes, mesmo que eles sejam aparentemente agradáveis como perfume. A maioria das grávidas chega a vomitar após sentir um cheiro forte como o da gasolina, do cigarro ou de produtos de limpeza, por exemplo. Este pode ser um dos sintomas que surge antes das duas semanas de gravidez

A tontura e o sono fora de hora são sintomas de gravidez que ocorrem por causa da queda da pressão arterial, da redução da glicose no sangue e da má alimentação devido aos enjoos e vômitos frequentes. Elas surgem logo nas primeiras semanas de gravidez, mas tendem a diminuir a partir da 20ª semana de gestação.

Enjoos e vômitos são comuns principalmente pela manhã e este é um dos sintomas de gravidez mais conhecidos, que surge geralmente após a 6ª semana de gestação e que pode perdurar por toda a gravidez.

Com todas as alterações hormonais acontecendo, o cansaço fácil pode ser percebido logo nas duas primeiras semanas de gravidez e ele ocorre porque o sangue da mulher fica menos viscoso e mais fluido  e é por isso também que a anemia é comum na gravidez, principalmente para aquelas mulheres que apresentavam valores limítrofes de hemoglobinas antes de engravidar.

As alterações hormonais pode levar ao surgimento ou piora de cravos e espinhas, chamados cientificamente de acne, e por isso já nas primeiras semanas de gravidez a mulher pode notar um aumento da oleosidade da pele, que pode ser controlada com o uso de produtos de limpeza de pele e de higiene pessoal adequados.

  1. Sintomas de gravidez: O inchaço abdominal também é um dos primeiros sintomas de gravidez e ele também é causado pelas intensas alterações pélvicas que estão acontecendo. O aumento do fluxo sanguíneo e a adaptação ao crescimento uterino são os maiores causadores deste leve inchaço abdominal, que para algumas pode passar desapercebido.

Nas duas primeiras semanas de gravidez, a mulher pode observar que as mamas ficam mais sensíveis e isto se deve a atuação dos hormônios que estimulam as glândulas mamárias preparando a mulher para a amamentação . Além disso, os mamilos podem ficar mais sensíveis e a aréola pode ficar mais escura que o normal pelo aumento de fluxo sanguíneo na região.

Com o óvulo fecundado há um aumento de fluxo sanguíneo na região pélvica e então os hormônios femininos entram em ação para preservar o embrião e dar continuidade a gravidez e isto pode causar algum desconforto abdominal que pode ser reconhecido como sendo uma cólica menstrual de fraca a média intensidade. Além disso, a mulher pode ainda ter uma pequena perda de sangue, semelhante a menstruação, mas em menor quantidade.

Quando o óvulo é fecundado pode haver um leve corrimento cor de rosa, que na verdade é o corrimento normal que a mulher apresenta (excesso de muco vaginal) com vestígios de sangue causado pela entrada do espermatozoide no óvulo e pelo seu deslocamento até o útero. Este corrimento pode surgir poucos minutos após a relação ou até 3 dias depois do contato íntimo, período de vida do espermatozóide dentro do organismo feminino. Por vezes este corrimento só é observado quando a mulher vai limpar-se após urinar.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Estou sentindo cólicas, gazes, seios muito doloridos, como se fosse descer, mas não desceu ainda. Tenho medo de fazer o teste de farmácia e me decepcionar...acima de tudo isso espero no Senhor jeova Deus. Preciso da opinião de vocês. Por favor, me ajudem....sei que escrevi demais...

Olá, queridas. Estou em tratamento para engravidar desde julho do ano passado, quando foi que descobri que ainda tinha ovários policísticos, embora uma outra médica antes disso falou que estava tudo bem e não tinha nada nos meus ovários.

domingo, 15 de setembro de 2013

quem não quer umas coisas linda dessas!




 

Oi meninas, eu tomei o Clomid pôr 9 dias no 5° dia da mostra, agora estou com muita dores de cabeça e nas trompas e ovários. alguém já tomou o clomid e sentiu esses sintomas?

tenho ovario policistico e queria muito engravidar e nao sei o que fazer eu quero de+ um filho o que eu faço eu nao sei o que fazer

Também  estou tentando com Clomid 50mg . estou acreditando que vai dar certo. Fé.



Quando agente desiste aí sim vem... pena q não consigo desistir... rsrsrs, parabéns flor, q Deus abençoe esta gestação, me inscrevi aqui, vou te acompanhar, bjsss
Ovulação com clomid

Bebés dos sonhos








Ola meninas estou hoje aqui pra dizer que iniciei o tratamento com clomid

    Ola meninas estou hoje aqui pra dizer que iniciei o tratamento com clomid